A suavidade de uma alma
entranhada num coraçao esplendoroso
terno e doce cheio de amor,
no desabrochar de cada amanhecer
lutas incansaveis de dor.
Sao lagrimas que vertem
na suavidade do teu rosto ,
sao preconceitos por detras da escuridao ,
de um mundo feito de homens insensiveis
frutos do teu ventre .
No teu coraçao
ocultas o peso dos sentimentos ,
a brancura e a candura
de um pressuposto pecado de amar,
como puniçao para viver
Na tua pele as marcas
dos flagelos da barbaridade ,
es maltratada,escravizada ,usada
num silencio fingido pela dor da tortura
refugiada na solidao amedrontada pelo medo.
Tumulos de pedras
simbolismos irreais brotantes da ira ,
das bocas insipidas que te castram ao nascer,
mulher ser amargurado prisioneira
num mundo corrompido pela ignorancia do amor.
Emanuel Moura