sexta-feira, 21 de julho de 2017

♥ Vamos brincar com a chica nº 26 ? ♥


Não existe fraqueza para quem possui amor.


"a versatilidade do amor 
que nos invade e nos cega por momentos 
numa alquimia imaginável do eterno viver 
que surge em nós como um ciclo inevitável 
do amor na origem de toda a nossa vida ."

Emanuel Moura

domingo, 16 de julho de 2017

Vislumbre


Lembranças
de um encontro 
num reflexo
de um espelho 
que estranhamente
 persiste 
num  tempo
que nada adianta 
numa ausência
desfocada 
mas sentida
num sussurrar 
inesperado
desmedido 
numa imagem
 suspensa
 que emerge
carente mas
disposta a viver .

Emanuel Moura 

sexta-feira, 14 de julho de 2017

♥ Vamos brincar com a chica nº 25 ? ♥


É preciso renascer de novo para ....vida .


"Renasço sereno liberto 
da inquietude do tempo perdido 
voando nas asas do destino
embriagado pelo desejo de viver 
na infinita ânsia inconsolável, 
nos meus nobres sentimentos 
complacentes na minha alma "

Emanuel Moura

domingo, 9 de julho de 2017

Aquietando


Num assumir contraditório 
surge um sentimento 
que floresce num eterno 
sentir de uma palavra 
que se afaga no meu peito
sedento de um amar 
profundo que me acalenta
e me atrai momentaneamente 
num silêncio gritante 
de um coração ofegante 
nasce um florir contagiante
num doce beijo subtil
o amor vai serenando 
no espaço do tempo 
que me atrai e me seduz .

Emanuel Moura

sexta-feira, 7 de julho de 2017

♥ Vamos brincar com a chica nº 24 ? ♥


Viver na chatice é um tédio consentido.


"Transcendendo para além 
da imensidão do infinito
procurando por  um trilho
um porto de abrigo
repousado nas profundezas 
de um olhar intrínseco"

Emanuel Moura

domingo, 2 de julho de 2017

Devanear


Outrora flutuando 
entre nuvens encobertas 
soltas nos meu sonhos 
traço um  infinito 
que se queda em mim 
numa busca sem fim
fecho então os olhos 
num negrume abstracto
surgem segredos ocultos 
que incentivam à paixão
simples livre e espontânea 
que surgem por entre espaços 
nos meus pensamentos 
desfeitos na pura magia 
vivente do silêncio .

Emanuel Moura