sábado, 3 de dezembro de 2016

Força Chape :(


Nos encontramos e nos conhecemos 
nos amamos e nos perdemos 
na eternidade da escuridão 
mergulhei num abismo loucamente emergido 
pelo ressoar do nada o céu te chamou  
desfazendo todos os meus sonhos 
mais súbtis do eterno viver
atirado pela disparidade dos números das estatísticas 
segredos que ficam simplesmente  sem respostas 
felicidade que jamais  poderei atingir 
nesse invisível repousar distante de um abraço 
um brilho de uma estrela tenta atenuar a tua ausência 
dessa dor incessante tentando entender que nada é eterno 
resta apenas te sentir mais perto do céu sigo respirando a tua falta 
lutando contra todas as lágrimas me questiono o porquê
até onde vai o suspirar do amor 
continuará certamente intacto como sempre 
mas a verdade é que nada  mais será o mesmo .....porquê

Emanuel Moura 




sábado, 26 de novembro de 2016

Bálsamo


Docemente uma lágrima 
se queda como 
uma gota de orvalho 
em terra árida
 que suplica e se extingue 
assim floresce um sorriso 
que desmente toda 
a ternura do despeito 
restando no peito um sensível
 pulsar difuso 
feito  reflexo pleno da luz
absorvendo subtilmente 
pequenos pedaços sensíveis 
 que se amortecem na ebulição 
nítida da clarividência que surge
em mil detalhes suspirantes 
brotando um infinito desejo 
diluído harmoniosamente 
num emergente silêncio 
   ergue-se a plenitude do amor
 que  nasce e se entrega 
em translúcido amar forjado 
de um coração palpitante
surge uma seiva que sacia  
inigualável sofreguidão
 inexorável do destino .

Emanuel Moura


domingo, 20 de novembro de 2016

L`amour


Numa dualidade intima 
a dois tempos 
tentando absorver 
de forma inocentemente 
resguardando auspiciosamente
 transcendentes sentimentos 
que nos confortam e nos acalmam 
testemunhando toda a pureza da genuinidade 
das palavras ,das expressões 
mergulhando apenas na  beleza da nossa própria alma 
através de cada  olhar encontrando as formas
viçosas da pura simplicidade do  amor 
em cada encontro lúcido 
uma linda história inigualável
cheia de desejos e gratidão
ressoando ás vezes  humildemente 
utópica loucura 
que existe e que nos move 
numa constante dualidade cristalina 
fechamos ambos os olhos 
pausadamente absorvendo
toda a versatilidade do amor 
que nos invade e nos cega por momentos 
numa alquimia imaginável do eterno viver 
que surge em nós como um ciclo inevitável 
do amor na origem de toda a nossa vida .

Emanuel Moura

quinta-feira, 17 de novembro de 2016

♥ Vamos brincar com a chica nº 42 ?


Viva ,nunca se deixe aprisionar  pelo calendário 

Serra da Estrela dia 14

"Quanta paz quanta candura nessa tua própria existência tão sublime como inocente
celeste como éden  que desabrocha florescente tamanha  luz luzente"

Emanuel Moura

domingo, 13 de novembro de 2016

Sensibilidade


Numa sensibilidade invisível 
 se extingue um saciar 
 que se queda num transparente 
silêncio emergido 
num nostálgico crepúsculo 
uma lágrima de orvalho 
docemente estéril 
ruge num sussurrar delicado
tecendo levemente 
insensato desejo genuíno 
possuído por um pulsar 
exultante da loucura 
de um querer infinito 
surge a ternura morna
nítida do viver os detalhes ousados 
da serenidade do eterno sentir .

Emanuel Moura

sexta-feira, 11 de novembro de 2016

♥ Vamos brincar com a chica nº 41 ? ♥


Na nossa pequenez está a grandeza das atitudes .


Tantas vezes apontamos o dedo para julgar os outros , mas não temos a humildade de abrimos o nosso coração para partilharmos com quem nada tem ,tantas vezes me questiono será que somos melhores que os outros ,não sei ,acredito sim que podemos ter atitudes que possam  fazer a diferença neste mundo, começando hoje por nós próprios ,cada um do seu jeito não importa as vezes que nos questionamos ,o importante é agradecermos todo o bem que temos e dividir por aqueles que nada têm,porque quem acha que não tem nada que possa oferecer , experimente olhar para o lado, verá que sempre tem alguém precisando de uma mão amiga ,porque na vida ninguém é tão pobre que nada tenha para ofertar e nem tão rico que não precise de ninguém.

Emanuel Moura