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domingo, 1 de junho de 2014

Minha Terra



Minha terra aprazivel
refugio da minha alma
abrigo de emoções e sentimentos
obra esplendorosa de Deus .

Herança memorável
que floresces com esplendor
que meus olhos comtemplam
tao jubilo despertar .

No meio de uma estrela
por entre sendas e ravinas
jorram nascentes de aguas puras
por entre verdejantes pastos .

Uma joia rara nasceu
de uma  insuspeita e recôndita
beleza  que a natureza brindou
e a cadencia do tempo moldou.

Loriga terra que tanto amo
porto abrigo do meu coraçao
ponto de encontro do meu ser
eterna apaziguadora da minha alma .

Emanuel Moura




sábado, 23 de junho de 2012

VISITE LORIGA

Loriga é uma vila e freguesia  do concelho de Seia distrito da Guarda faz parte do Parque Natural da Serra da Estrela.
Loriga, situada na parte sudoeste da Serra da Estrela, de paisagens de montanha e conhecida como a "Suíça Portuguesa" devido à sua extraordinária localização geográfica.

Praia Fluvial de Loriga

Praia de Loriga com qualidade de ouro


António Sala - Padrinho da Praia Fluvial de Loriga

Loriga um lugar de sonhos e inspiraçao


MIÚDOS E HOMENS DE LORIGA *

A fundura dos poços de Loriga
Mede-se pelos homens que encobrem
Enquanto os miúdos, "dinqueiros"
Secam estirados ao sol
Sobre as fragas de granito polido

As ribeiras não têm segredos!
Eles conhecem-na como ninguém
E são muitos os heróis
Que tocaram o fundo do "caldeirão" e do "inferno".

A fundura dos poços de Loriga
Mede-se com homens de coragem
Homens que a seu tempo
Desafiaram a rudeza da serra
E foram pastores, mineiros
Agricultores, operários
Homens de saber
Ou gente apenas.

Em Loriga os homens nascem marinheiros
E navegam bem cedo os barcos de "carcódoa"
Ladeando-os rego abaixo
Em incessantes correrias
Por ruas e quelhas
Horas a fio
Contrariando o cansaço.

A grandeza dos que partiram
Mede-se na saudade
E no irresistível desejo de voltar a mirá-la lá do alto
Olhos desmesuradamente espantados
Como se fosse a primeira vez
E senti-la incrivelmente bela
Serenamente ajoelhada na ribeira
Enquanto os miúdos dinqueiros
Secam estirados ao sol
Sobre as fragas roliças
De granito polido.
* José Manuel Alves